
“Não importa quantos anos se passem, sei que alguma coisa continuará verdadeira para sempre.”
A gente deita a cabeça na cama, pra pensar. Toda noite é sempre igual. A gente pensa nos amores, nas dores, em como foi o dia. Tiramos conclusões que nunca achamos que um dia tiraríamos. Como fugir, por exemplo. Quem é que não quis deixar tudo, e começar uma nova vida, sem problemas, onde, para nós, tudo seria absolutamente perfeito e nada daria errado? Mesmo sabendo que o perfeito não existe. Alias, fugir dos problemas nunca resolveu as coisas. E mesmo assim a gente complica. A gente insiste em pensar nas merdas que a gente fez, ou nas que a gente ainda vai fazer. Mas, o que a gente não aprendeu, é que a vida é cheia de tropeções. A gente não pode simplesmente deixar que um tombo acabe com tudo. “Desistir é pros fracos”. A gente tem é que continuar tentando. Onde já se viu a gente conquistar as coisas, sem ao menos tentar? Tem que dar duro, é. A vida não costuma nos dar presentes de graça. Primeiro a gente tem que tentar, tem que ser forte, tem que seguir em frente, pra depois a gente ganhar as recompensas. E a vida trás cada recompensa boa, que vale a pena. E aí, ainda quer fugir? […] 

E eu não gostava muito da forma injusta como as coisas aconteciam, mas agora, vejo que por mais que a gente esteja longe, o sentimento e a esperança ainda crescem, o amor parece não ter fim, e a saudade, ah… a saudade! Ela só me mostra o quanto esse coração que mora no meu peito é teu. (CartasProLuan).